sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pressupostos

Boa noite estimados amigos,

Há quatro e há três
No profundo do superficial
Focas o que não vês
Para ti sugeres o banal

No vértice te encontras
No desespero de não ser
No horizonte te afrontas
Em tentar não parecer

Na ambiguidade deste tema
Dói não encontrar a solução
De fugires do esquema
Que formata toda tua razão

Quero chegar a esse além
Mas tal já foi encontrado
Por quem nutres desdém
E pois assim ficas no enublado

Como resolver tamanho dilema
Que voa sobre tua cabeça
Com o peso de uma pena
Que faz que não esqueça

Que aqui a tua diferença
Faz te igual a todos
Por mais que não te pareça
És mais um com os mesmo modos

2 comentários:

  1. Pois é josé... bem visto. Acho que algumas vezes todos nós sofremos destes, como diz Tavares de Vasconcelos, "é assim..." Por muito que lutemos para ser diferentes por vezes "somos mais uns com os mesmos modos" "por mais que não nos pareça". Bem visto, bem feito, parabéns!

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