segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fim de Semana Joseliano parte1

Vou começar aqui uma rubrica sobre os fins de semana passados entre esta pequena comunidade cheia de peculiaridades. Todos os semanas são diferentes e não existe nenhum que não tenha uma historia para contar... Vou contar a minha versão dos acontecimentos

Sexta-feira passada tudo começou no Porto, José Tavares de Vasconcelos telefona e numa maneira algo humorista pede para falar com o Dr. Vale. Dois minutos de um tête-a-tête em que nada se disse, apenas trocadilhos de palavras e encenação de possiveis cenários inverosímeis, combinámos a viagem para o berço de todos nós. Às 17.30 estávamos a sair da cidade invicta numa viagem de 60 minutos em que nada se disse de importante, apenas umas risadas frívolas e comentários triviais. Chegado a casa combinámos o sagrado koff para depois de jantar: "José, por volta das 22h passas aqui pra irmos ter com o pessoal?" "Não te preocupes, depois mando-te um toque" - Lá fui à minha vida...

22h - não há noticias de José Tavares de Vasconcelos

22h30 - continua a não haver notícias...

23h - Nada a registar, a não ser José Manuel Rebelo a reportar a chegada à cidade mas como sempre não sabe se sai se não, porque tem que fazer aquilo e aculoutro, mas combina na mesma que me vem buscar, mas ainda não sabe quando... típico

23h10 - "José, que se passa estou aqui à tua espera há montes de tempo" "José, tive que formatar o computador ,tou aqui com José Ribeiro Passos e isto não está a correr bem..." "Não podias fazer isso amanhã?" "Achas que tenho a tua vida? tenho uma tese para entregar (daqui a aproximadamente a um ano lol) e tenho que fazer isto hoje" "Quando me vieres buscar manda toque"

No dia seguinte, às 00h15 lá recebo toque para deslocar para a entrada do meu prédio para o tão desejado koff. "Então já conseguiste formatar a tua máquina?" "Eh pá não! Mas não faz mal tento amanhã" Hummm?!? quer dizer primeiro era uma coisa de vida ou de morte e depois passou a ser um assunto de segundo plano. Até hoje continuo a achar que o computador está na mesma... enfim, imbróglios joselianos.

Na viagem para o pioledo, falando com José Ribeiro Passos acerca de varios assuntos sem sentido, achámos que seria de bom tom cumprimentar o José Jorge Magalhães como um pouco do seu próprio veneno, uma pequena obra de arte de cariz petiano. Depois de tudo bem combinado entrámos no café da moda e executámos o ensaiado... não teve resultado :|

Finalmente estávamos 5 Josés à mesa preparados para descortinar os mistérios de uma semana separados. (continua)

Por agora me despeço e deixo que um próximo José termine a estória deste fim de semana...

Um bem haja e até à próxima
Sr. Do Vale

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