Vou começar aqui uma rubrica sobre os fins de semana passados entre esta pequena comunidade cheia de peculiaridades. Todos os semanas são diferentes e não existe nenhum que não tenha uma historia para contar... Vou contar a minha versão dos acontecimentos
Sexta-feira passada tudo começou no Porto, José Tavares de Vasconcelos telefona e numa maneira algo humorista pede para falar com o Dr. Vale. Dois minutos de um tête-a-tête em que nada se disse, apenas trocadilhos de palavras e encenação de possiveis cenários inverosímeis, combinámos a viagem para o berço de todos nós. Às 17.30 estávamos a sair da cidade invicta numa viagem de 60 minutos em que nada se disse de importante, apenas umas risadas frívolas e comentários triviais. Chegado a casa combinámos o sagrado koff para depois de jantar: "José, por volta das 22h passas aqui pra irmos ter com o pessoal?" "Não te preocupes, depois mando-te um toque" - Lá fui à minha vida...
22h - não há noticias de José Tavares de Vasconcelos
22h30 - continua a não haver notícias...
23h - Nada a registar, a não ser José Manuel Rebelo a reportar a chegada à cidade mas como sempre não sabe se sai se não, porque tem que fazer aquilo e aculoutro, mas combina na mesma que me vem buscar, mas ainda não sabe quando... típico
23h10 - "José, que se passa estou aqui à tua espera há montes de tempo" "José, tive que formatar o computador ,tou aqui com José Ribeiro Passos e isto não está a correr bem..." "Não podias fazer isso amanhã?" "Achas que tenho a tua vida? tenho uma tese para entregar (daqui a aproximadamente a um ano lol) e tenho que fazer isto hoje" "Quando me vieres buscar manda toque"
No dia seguinte, às 00h15 lá recebo toque para deslocar para a entrada do meu prédio para o tão desejado koff. "Então já conseguiste formatar a tua máquina?" "Eh pá não! Mas não faz mal tento amanhã" Hummm?!? quer dizer primeiro era uma coisa de vida ou de morte e depois passou a ser um assunto de segundo plano. Até hoje continuo a achar que o computador está na mesma... enfim, imbróglios joselianos.
Na viagem para o pioledo, falando com José Ribeiro Passos acerca de varios assuntos sem sentido, achámos que seria de bom tom cumprimentar o José Jorge Magalhães como um pouco do seu próprio veneno, uma pequena obra de arte de cariz petiano. Depois de tudo bem combinado entrámos no café da moda e executámos o ensaiado... não teve resultado :|
Finalmente estávamos 5 Josés à mesa preparados para descortinar os mistérios de uma semana separados. (continua)
Por agora me despeço e deixo que um próximo José termine a estória deste fim de semana...
Um bem haja e até à próxima
Sr. Do Vale
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
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