Boa tarde a todos os Zés.
Como fui fortemente criticado por nunca ter feito qualquer tipo de post no nosso blog, acho que não há melhor altura que esta e aproveito assim para desejar à comunidade joseliana um bom Natal e um ano de 2010 em cheio.
Um forte abraço.
Miguel Pereira
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Pressupostos
Boa noite estimados amigos,
Há quatro e há três
No profundo do superficial
Focas o que não vês
Para ti sugeres o banal
No vértice te encontras
No desespero de não ser
No horizonte te afrontas
Em tentar não parecer
Na ambiguidade deste tema
Dói não encontrar a solução
De fugires do esquema
Que formata toda tua razão
Quero chegar a esse além
Mas tal já foi encontrado
Por quem nutres desdém
E pois assim ficas no enublado
Como resolver tamanho dilema
Que voa sobre tua cabeça
Com o peso de uma pena
Que faz que não esqueça
Que aqui a tua diferença
Faz te igual a todos
Por mais que não te pareça
És mais um com os mesmo modos
Há quatro e há três
No profundo do superficial
Focas o que não vês
Para ti sugeres o banal
No vértice te encontras
No desespero de não ser
No horizonte te afrontas
Em tentar não parecer
Na ambiguidade deste tema
Dói não encontrar a solução
De fugires do esquema
Que formata toda tua razão
Quero chegar a esse além
Mas tal já foi encontrado
Por quem nutres desdém
E pois assim ficas no enublado
Como resolver tamanho dilema
Que voa sobre tua cabeça
Com o peso de uma pena
Que faz que não esqueça
Que aqui a tua diferença
Faz te igual a todos
Por mais que não te pareça
És mais um com os mesmo modos
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Memórias de um presente vivido...
Ao longo dos últimos tempos tenho vindo a ler as vossas mensagens. Só poderia mesmo ser um blog interno àqueles que tão bem se conhecem. Só nós percebemos como se pode dizer tanto sem dizer nada. E como nós gostamos de dizer "nada".
Pois bem...hoje o trabalho está fraquinho, visto apenas estar a introduzir dados numa máquina, do género daquela do homem que tanto faz sem fazer nada precisava "urgentemente de formatar" , e esperar que ela cuspa parâmetros identificativos dos solos. Deixo desde já um abraço ao informático do grupo por conseguir trabalhar o dia inteiro à frente destes micro-ondas sofisticados que teimam em aquecer e encravar quando mais precisamos deles.
E como eu dizia, como o trabalho está fraquinho, finalmente arranjei algum tempo para escrever algo neste blog. E em jeito inaugural, e apesar de eu tanto gostar também de não dizer nada ou muitas vezes dizer mesmo nada, desta vez vou tentar dizer alguma coisinha.
Pois é caros amigos, e é com muito orgulho que vos trato com amigos, a vida passa rápido de mais e as realidades mudam rapidamente. Ontem andava a faltar às aulas para curar mais uma noite bem longa e muito bem passada e hoje sento-e atrás duma secretária e tomo cafés para contornar uma noite tão curta e da qual nada ficou.
Mas não faço disso a minha miséria, até porque não é isso que diz o estrato da conta bancária, mas encaro sim, como uma nova forma de estar na vida, mantendo a mesma forma de a sentir.
Mudou o enquadramento, mas o sorriso é o mesmo, sincero e sentido. Na minha passagem por aquele fenómeno chamado de "tunas" uma vez saiu-me uma frase numa entrevista para aqueles canais universitários que ninguém vê. "Nos palcos, na vida...um sorriso, uma emoção". E não para isso que vivemos... para as emoções, para lançar um sorriso a seguir ao que já passou.
Mas estes meus devaneios têm dois propósitos, sobre os quais estava a pensar enquanto olhava para a máquina irritante que tenho à frente e que me fizeram entrar no blog.
O primeiro é o facto de cada vez passar tempo convosco e saber a quantidade de sorrisos e momentos que deixei escapar por isso e o segundo é o facto de ter mais dinheiro no banco me deixar a pensar mais do que eu alguma vez tinha imaginado.
As duas convergem numa, a vontade de desfrutar a vida, a vontade de amar e ser amado e deixar de parte as intrigas burocráticas e hipócritas da nossa sociedade que nada contribuem para a nossa felicidade.
Sendo eu um crítico firme da hipocrisia não digo que não gosto de ter dinheiro no banco :), o que o me deixa a pensar é o porquê de não o gastar todo!!! Para quê juntar para bens materiais se o posso gastar a pagar-vos jantares ou a viajar pelo mundo. Não é isso que fica, não é isso que nos realiza, os nossos amigos, as mulheres das nossas vidas, a família, os momentos vividos com todas as pessoas que gostam de nós.
Será que vale a pena deixarmos-nos embrenhar nesta sociedade de barrigudos que tudo comem sem pensar se sobra pros outros ou até nas suas próprias congestões.
Mas também valerá de algo queimar a vida atrás duma secretaria para ganhar uns trocos e não ir acumulando para satisfazer as comodidades e mordomias a que os papás e mamãs da nossa geração tanto nos habituaram.
E são dúvidas que eu gosto de partilhar convosco e utilizo este meio pois infelizmente não vos posso ter todos aqui comigo.
Mas tranquilizem-se caros amigos, que são apenas reflexões de alguém que se habitua a um novo estilo de vida ainda não tendo largado por completo o anterior.
Espero com isto ter dito muito, mas não ter andado muito longe do nada a que tanto nos habituámos.
Rico abraço dum pobre que voces tornaram à muito rico.
PS: Espero que essas "estórias" tenham sido propositadas...porque sinceramente isto do Português brasileiro deixa-me algo inquietado.
PS2: Há 2 elementos que não consigo identificar. Por isso meus caros fico à espera do vosso testemunho sobre ser José...
Pois bem...hoje o trabalho está fraquinho, visto apenas estar a introduzir dados numa máquina, do género daquela do homem que tanto faz sem fazer nada precisava "urgentemente de formatar" , e esperar que ela cuspa parâmetros identificativos dos solos. Deixo desde já um abraço ao informático do grupo por conseguir trabalhar o dia inteiro à frente destes micro-ondas sofisticados que teimam em aquecer e encravar quando mais precisamos deles.
E como eu dizia, como o trabalho está fraquinho, finalmente arranjei algum tempo para escrever algo neste blog. E em jeito inaugural, e apesar de eu tanto gostar também de não dizer nada ou muitas vezes dizer mesmo nada, desta vez vou tentar dizer alguma coisinha.
Pois é caros amigos, e é com muito orgulho que vos trato com amigos, a vida passa rápido de mais e as realidades mudam rapidamente. Ontem andava a faltar às aulas para curar mais uma noite bem longa e muito bem passada e hoje sento-e atrás duma secretária e tomo cafés para contornar uma noite tão curta e da qual nada ficou.
Mas não faço disso a minha miséria, até porque não é isso que diz o estrato da conta bancária, mas encaro sim, como uma nova forma de estar na vida, mantendo a mesma forma de a sentir.
Mudou o enquadramento, mas o sorriso é o mesmo, sincero e sentido. Na minha passagem por aquele fenómeno chamado de "tunas" uma vez saiu-me uma frase numa entrevista para aqueles canais universitários que ninguém vê. "Nos palcos, na vida...um sorriso, uma emoção". E não para isso que vivemos... para as emoções, para lançar um sorriso a seguir ao que já passou.
Mas estes meus devaneios têm dois propósitos, sobre os quais estava a pensar enquanto olhava para a máquina irritante que tenho à frente e que me fizeram entrar no blog.
O primeiro é o facto de cada vez passar tempo convosco e saber a quantidade de sorrisos e momentos que deixei escapar por isso e o segundo é o facto de ter mais dinheiro no banco me deixar a pensar mais do que eu alguma vez tinha imaginado.
As duas convergem numa, a vontade de desfrutar a vida, a vontade de amar e ser amado e deixar de parte as intrigas burocráticas e hipócritas da nossa sociedade que nada contribuem para a nossa felicidade.
Sendo eu um crítico firme da hipocrisia não digo que não gosto de ter dinheiro no banco :), o que o me deixa a pensar é o porquê de não o gastar todo!!! Para quê juntar para bens materiais se o posso gastar a pagar-vos jantares ou a viajar pelo mundo. Não é isso que fica, não é isso que nos realiza, os nossos amigos, as mulheres das nossas vidas, a família, os momentos vividos com todas as pessoas que gostam de nós.
Será que vale a pena deixarmos-nos embrenhar nesta sociedade de barrigudos que tudo comem sem pensar se sobra pros outros ou até nas suas próprias congestões.
Mas também valerá de algo queimar a vida atrás duma secretaria para ganhar uns trocos e não ir acumulando para satisfazer as comodidades e mordomias a que os papás e mamãs da nossa geração tanto nos habituaram.
E são dúvidas que eu gosto de partilhar convosco e utilizo este meio pois infelizmente não vos posso ter todos aqui comigo.
Mas tranquilizem-se caros amigos, que são apenas reflexões de alguém que se habitua a um novo estilo de vida ainda não tendo largado por completo o anterior.
Espero com isto ter dito muito, mas não ter andado muito longe do nada a que tanto nos habituámos.
Rico abraço dum pobre que voces tornaram à muito rico.
PS: Espero que essas "estórias" tenham sido propositadas...porque sinceramente isto do Português brasileiro deixa-me algo inquietado.
PS2: Há 2 elementos que não consigo identificar. Por isso meus caros fico à espera do vosso testemunho sobre ser José...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Fim de Semana Joseliano Parte 2
Estimada comunidade,
A minha curta participação neste fim de semana muito eleitoral resume-se basicamente à participação do visionamento em casa do José Ribeiro Passos do dérbi futebolístico entre dois clubes da mouraria. O jogo foi visto com a serenidade que se exige por ambas as partes sendo apenas interrompido por diversas ordens telefónicas do José Vasconcelos que pretendia obter desta forma mais um voto de pessoas que a mim já pouco me dizem. Mas o grau de impaciência por ele apresentado foi de tal modo que fez lembrar a todos, pelo menos a mim lembrou, tempos da velha Cedofeita onde ele afirmava continuamente todos os dias que eu não podia obter desconto nos lugares anuais do Sporting Clube de Portugal...e foi isto.
Um até já meus caros amigos
P.S. Essa do bigode para o jantar é para manter?
A minha curta participação neste fim de semana muito eleitoral resume-se basicamente à participação do visionamento em casa do José Ribeiro Passos do dérbi futebolístico entre dois clubes da mouraria. O jogo foi visto com a serenidade que se exige por ambas as partes sendo apenas interrompido por diversas ordens telefónicas do José Vasconcelos que pretendia obter desta forma mais um voto de pessoas que a mim já pouco me dizem. Mas o grau de impaciência por ele apresentado foi de tal modo que fez lembrar a todos, pelo menos a mim lembrou, tempos da velha Cedofeita onde ele afirmava continuamente todos os dias que eu não podia obter desconto nos lugares anuais do Sporting Clube de Portugal...e foi isto.
Um até já meus caros amigos
P.S. Essa do bigode para o jantar é para manter?
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