Boa noite estimados amigos,
Só sentado no alto religioso
Percorria com paciência de monge
As viagens de um tempo moroso
Onde a chegada era ainda longe
Pareciam avanços de 360 graus
A juventude que de mim emanava
De fino frio ferro fazer naus
Porque pouco mais me motivava
90 graus depois surgem momentos sofridos
Do nada mais nada surgia
Uma imobilização de todos os sentidos
E não perguntava era isto que eu queria?
Da amizade uma contínua sessão de realidade
Desde o nascer ao pôr do astro rei
Completamente cego da possibilidade
De alcançar o que não alcancei.
Volta de 180 graus mais 90
Avassalador acontecimento intenso
Cresceu primeiro pêlo na benta
Esse é só meu pertenço
O tempo não voou mas fugiu
Escondido entre as pequenas vivências
Ia se esfumando sem dizer um pio
Agora presente em modernas pertenças
Devo afirmar que de alguma forma cresci?
Penso não ter resposta para tal
De outras forma sinto o mesmo aqui
Aquela ingénua força que aplico no meu pedal
Mas conscientemente me confesso
Crescer para algo em que pouco acredito
Não me move nem eu peço
Que de mim façam este bendito.
Respeitosamente
Manuel Rebelo
sábado, 24 de outubro de 2009
E o que dizer das pessoas com quem diariamente convivemos na noite?
Toda a gente tem os seus segredos ou particularidades:
- Uns dançam fazendo repetidos movimentos cima (corta-mato ao nível do lado direito da cabeça) a baixo (rotunda o nível do joelho, sempre com a possibilidade de calçar a galocha). Não, não, não?? Pois, acreditem que sim:)
- Outros com movimentos ondulatórios dos braços, excelentemente sincronizados com um olhar mortífero e uma face que tem o seu quê de cómico:)
- Há ainda aqueles que tentam puxar pela malta, cerrando fortemente o punho direito e tentando alegrar as tropas...Muitas das vezes estas tentativas são infrutíferas, tal é o estado de piloto automático dos intervenientes:)
- Outros zelam por uma postura mais senhorial, embora muitas vezes acabem a noite a olhar para o horizonte (isto é, o tecto de alguma discoteca ou bar;)), rindo-se desenfreadamente, tentando “a dada altura” começar conversas ou filosofias com frases particulares:)
- Há ainda aqueles que pensam que todos os locais nocturnos que são habitados por um cem número de pessoas, são meros palcos para dançar rancho, ou outra qualquer arte folclórica (pouco ou nada conhecida) na qual a intérprete feminina tem que dar um par de voltas/rodas:)
- Sem esquecer aqueles que tem um cantinho típico, no qual estão convictos (ou se calhar não?;)) que é ali que tudo se vai passar, que é ali onde se espalha cenário e charme:) Basicamente são os designados “Pais da Noite”:)
- Por último, mas que nesta ordem aleatória de descrição de particularidades podia muito bem estar em primeiro:), consigo ainda lembrar-me daqueles que primam em assumir uma postura de peito feito, fumando o seu cigarrinho e curtindo a sua musiquinha:)
- ...
De entre um sem número de caricaturas e destaques pessoais, decidi descrever estes que estão ainda frescos na minha memória. Isto para dizer que apesar de todas estas diferenças e semelhanças na forma de ser de todos nós, há algo que nos une e nos mantém um grupo extremamente unido:
“De uma ou outra forma, maneira ou feitio, picamos sempre o ponto em todo e qualquer lugar! E mesmo que a festa não esteja grande coisa, a nossa presença como grupo já é merecidamente reparada por todos!”
Atenciosamente e sem mais assunto,
Jorge Magalhães.
E porque Ser José é ser...
- Uns dançam fazendo repetidos movimentos cima (corta-mato ao nível do lado direito da cabeça) a baixo (rotunda o nível do joelho, sempre com a possibilidade de calçar a galocha). Não, não, não?? Pois, acreditem que sim:)
- Outros com movimentos ondulatórios dos braços, excelentemente sincronizados com um olhar mortífero e uma face que tem o seu quê de cómico:)
- Há ainda aqueles que tentam puxar pela malta, cerrando fortemente o punho direito e tentando alegrar as tropas...Muitas das vezes estas tentativas são infrutíferas, tal é o estado de piloto automático dos intervenientes:)
- Outros zelam por uma postura mais senhorial, embora muitas vezes acabem a noite a olhar para o horizonte (isto é, o tecto de alguma discoteca ou bar;)), rindo-se desenfreadamente, tentando “a dada altura” começar conversas ou filosofias com frases particulares:)
- Há ainda aqueles que pensam que todos os locais nocturnos que são habitados por um cem número de pessoas, são meros palcos para dançar rancho, ou outra qualquer arte folclórica (pouco ou nada conhecida) na qual a intérprete feminina tem que dar um par de voltas/rodas:)
- Sem esquecer aqueles que tem um cantinho típico, no qual estão convictos (ou se calhar não?;)) que é ali que tudo se vai passar, que é ali onde se espalha cenário e charme:) Basicamente são os designados “Pais da Noite”:)
- Por último, mas que nesta ordem aleatória de descrição de particularidades podia muito bem estar em primeiro:), consigo ainda lembrar-me daqueles que primam em assumir uma postura de peito feito, fumando o seu cigarrinho e curtindo a sua musiquinha:)
- ...
De entre um sem número de caricaturas e destaques pessoais, decidi descrever estes que estão ainda frescos na minha memória. Isto para dizer que apesar de todas estas diferenças e semelhanças na forma de ser de todos nós, há algo que nos une e nos mantém um grupo extremamente unido:
“De uma ou outra forma, maneira ou feitio, picamos sempre o ponto em todo e qualquer lugar! E mesmo que a festa não esteja grande coisa, a nossa presença como grupo já é merecidamente reparada por todos!”
Atenciosamente e sem mais assunto,
Jorge Magalhães.
E porque Ser José é ser...
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
A arte da pêta
Boas noites cara comunidade joseliana.
Depois de tantos meses a mandar pêtas uns aos outros (acto já intrínseco de um José, embora de uns mais do que doutros ;) ), estive a pensar o porquê de um grupo de amigos reconhecidamente possuidor de uma perspicácia e inteligência atroz, se dar ao trabalho de perder o seu precioso tempo nestas mandigâncias. Depois de pensar por uns meros minutos apercebi-me que este assunto tem tudo a ver com a conversa que em tempos tivemos em plena praça do mercado do peixe. Ora então sigam o meu raciocinio:
Arte, segundo a definição presente no wikipedia (enciclopédia de alto gabarito), é "o conhecimento usado para realizar determinadas habilidades ou beleza transcendente de um produto de actividade humana". Visto isto apercebi-me do sublime exercício que é criar uma pêta, senão vejamos: o acto de conseguir criar um realidade alternativa a partir de conhecimentos que temos e dos conhecimentos que pensamos que o alvo da nossa pêta possui, é algo que exige não só uma imaginação fértil, o bom senso para que a dita "mentira" seja verosímil como um sentido de humor arguto para que esta realidade alterntiva tenha o seu quê de comicidade.
Portanto todas as horas que passamos a pensar na melhor pêta para a nossa próxima vítima é um exercício que pode demorar horas, uma vez que tal execução depende de imensas variaveis voláteis, habilidades pessoais, assim como de conhecimento do próximo e da sua experiência vivida.
E quem é que nos pode apontar o dedo por ser artistas?!? hum?!? Vão-me agora dizer que conseguir imaginar um cenário hipotético não é preciso habilidade ou conhecimento? E no que diz respeito à pêta em si, todos nós Josés e mesmo pessoas exteriores a esta comunidade com um mínimo de humor, percebem o quão belo podem ser aqueles momentos em que a vítima conjectura essa realidade que formámos de um modo surpreso ou incrédulo! A pêta é uma arte e tenho dito!
Josés, em conclusão, quando nos andarem a menosprezar por passarmos muito do nosso tempo nesta bela arte, não liguem, visto ainda não terem a clareza intelectual para ver o quão belo e dificil é criar esta realidade paralela.
Um bem haja e até à próxima
Sr. Do Vale
Depois de tantos meses a mandar pêtas uns aos outros (acto já intrínseco de um José, embora de uns mais do que doutros ;) ), estive a pensar o porquê de um grupo de amigos reconhecidamente possuidor de uma perspicácia e inteligência atroz, se dar ao trabalho de perder o seu precioso tempo nestas mandigâncias. Depois de pensar por uns meros minutos apercebi-me que este assunto tem tudo a ver com a conversa que em tempos tivemos em plena praça do mercado do peixe. Ora então sigam o meu raciocinio:
Arte, segundo a definição presente no wikipedia (enciclopédia de alto gabarito), é "o conhecimento usado para realizar determinadas habilidades ou beleza transcendente de um produto de actividade humana". Visto isto apercebi-me do sublime exercício que é criar uma pêta, senão vejamos: o acto de conseguir criar um realidade alternativa a partir de conhecimentos que temos e dos conhecimentos que pensamos que o alvo da nossa pêta possui, é algo que exige não só uma imaginação fértil, o bom senso para que a dita "mentira" seja verosímil como um sentido de humor arguto para que esta realidade alterntiva tenha o seu quê de comicidade.
Portanto todas as horas que passamos a pensar na melhor pêta para a nossa próxima vítima é um exercício que pode demorar horas, uma vez que tal execução depende de imensas variaveis voláteis, habilidades pessoais, assim como de conhecimento do próximo e da sua experiência vivida.
E quem é que nos pode apontar o dedo por ser artistas?!? hum?!? Vão-me agora dizer que conseguir imaginar um cenário hipotético não é preciso habilidade ou conhecimento? E no que diz respeito à pêta em si, todos nós Josés e mesmo pessoas exteriores a esta comunidade com um mínimo de humor, percebem o quão belo podem ser aqueles momentos em que a vítima conjectura essa realidade que formámos de um modo surpreso ou incrédulo! A pêta é uma arte e tenho dito!
Josés, em conclusão, quando nos andarem a menosprezar por passarmos muito do nosso tempo nesta bela arte, não liguem, visto ainda não terem a clareza intelectual para ver o quão belo e dificil é criar esta realidade paralela.
Um bem haja e até à próxima
Sr. Do Vale
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O título é uma síntese precisa do texto.
Antes de mais,saúdo toda a comunidade joseliana, e todos os leitores deste blog. (embora que, pelo menos para já, isto possa parecer um pleonasmo).
Ora, como já foi escrito em alguns dos posts anteriores a este, é indispensável definir um objectivo antes de começar a desenvolver qualquer projecto, e este, não será uma excepção...
Em termos de objectivo conjunto, depois de alguns leves desentendimentos e reflexão inicial, penso que chegamos a um consenso, sem que tenha sido preciso uma discussão clara dos assuntos, como sempre e como é natural nos josés, cada um pensou por si, e chegaram a sítios diferentes mas próximos..muito próximos. É por esta e muitas outras razões que acho que este blog deve existir..
Dentro deste grupo de pessoas, cada uma delas tem a sua individualidade, que foi e será sempre realçada pelos outros membros dos josés, e assim, fazer com que cada josé se conheça cada vez melhor a si mesmo com ajuda do resto da comunidade joseliana...
Sendo eu um dos membros desta comunidade e um individuo, irei neste projecto conjunto dar o que acho que me identifica, e o que de melhor posso oferecer, esperando que todo o josé como individuo faça o mesmo, só assim poderemos optimizar o conteúdo deste blog nunca perdendo a nossa identidade.
Resolvi pôr como titulo deste texto a própria definição de título.Ora, sendo o título uma síntese precisa do texto, e sendo ele neste caso uma definição dele próprio,quero com isto dizer que nestas páginas que futuramente se encherão com textos, os que forem escritos por mim serão uma tentativa de definição das próprias coisas que escrevo ou das razões pelas quais as escrevo. (com certeza não consegui passar completamente a ideia que pretendo, mas também nunca pensei que seria uma tarefa fácil...)
O meu objectivo pessoal será mostrar um tipo de pensamento que me acompanha ha já algum tempo e que diariamente não o consigo expressar, espero consegui-lo (ja que expressar-me pela escrita não tem sido até hoje a maneira que mais vezes procuro para o fazer.antes pelo contrário..)
Um voto de confiança para este nosso blog.
Um abraço Joseliano,
Ribeiro Passos
Ora, como já foi escrito em alguns dos posts anteriores a este, é indispensável definir um objectivo antes de começar a desenvolver qualquer projecto, e este, não será uma excepção...
Em termos de objectivo conjunto, depois de alguns leves desentendimentos e reflexão inicial, penso que chegamos a um consenso, sem que tenha sido preciso uma discussão clara dos assuntos, como sempre e como é natural nos josés, cada um pensou por si, e chegaram a sítios diferentes mas próximos..muito próximos. É por esta e muitas outras razões que acho que este blog deve existir..
Dentro deste grupo de pessoas, cada uma delas tem a sua individualidade, que foi e será sempre realçada pelos outros membros dos josés, e assim, fazer com que cada josé se conheça cada vez melhor a si mesmo com ajuda do resto da comunidade joseliana...
Sendo eu um dos membros desta comunidade e um individuo, irei neste projecto conjunto dar o que acho que me identifica, e o que de melhor posso oferecer, esperando que todo o josé como individuo faça o mesmo, só assim poderemos optimizar o conteúdo deste blog nunca perdendo a nossa identidade.
Resolvi pôr como titulo deste texto a própria definição de título.Ora, sendo o título uma síntese precisa do texto, e sendo ele neste caso uma definição dele próprio,quero com isto dizer que nestas páginas que futuramente se encherão com textos, os que forem escritos por mim serão uma tentativa de definição das próprias coisas que escrevo ou das razões pelas quais as escrevo. (com certeza não consegui passar completamente a ideia que pretendo, mas também nunca pensei que seria uma tarefa fácil...)
O meu objectivo pessoal será mostrar um tipo de pensamento que me acompanha ha já algum tempo e que diariamente não o consigo expressar, espero consegui-lo (ja que expressar-me pela escrita não tem sido até hoje a maneira que mais vezes procuro para o fazer.antes pelo contrário..)
Um voto de confiança para este nosso blog.
Um abraço Joseliano,
Ribeiro Passos
Carta aberta aos Josés:
Finalmente parei numa noite o tempo suficiente para “postar”.
É verdade que alguns problemas de Internet têm impedido a tão esperada e complicada tarefa de escrever o meu primeiro texto aqui no blog, mas o principal motivo para a demora não foi esse, a dificuldade em lidar com alguns assuntos internos de Josés e com o conteúdo do blog pareceram-me os pontos mais dificies de abordar.
No entanto, penso que é o momento de avançar e dar inicio à muito querida e ansiada hostilidade blogueira joseliana.
Na minha opinião o nosso problema inicial(ou será final? Dando total razão ao post do senhor vale) é o tema/objectivo a que este blog se vai permitir conter e divulgar. Foi reflectindo sobre esta minha dúvida que me lembrei do velhinho Seinfeld e do seu “show about nothing”.
Tento assim desmistificar o estigma lançado pelo Senhor Vale em Aveiro, no que diz respeito à relação dos textos e sketchs do RAP+Gatada com as nossas conversas, lançando um repto para que façamos um blog sobre tudo.
Os senhores fedorentos são apenas mais uns humoristas/escritores/opinions makers, como lhes quiserem chamar, que se apoiam inteligentemente nesta nossa sociedade e vida cada vez mais podre e sem ideias, conseguindo dessa forma criticar tudo e todos de uma forma meritória e sem preconceitos.
Já o velhinho Jerry é um pequeno génio, apesar de ter perdido o bom senso. Parece que quer fazer um daqueles programas do grande irmão, desses como já não se vêm desde que a TVI deixou de usar os estúdios da Endemol e passou os reality shows para os Telejornais.
Mas não é por esta noticia que deixou de ser uma referencia para mim na eventualidade, que acabou por surgir, de um dia ter que escrever sobre nada. Acho que o programa dele foi a demonstração total de como a nossa vida é minúscula e “feita de pequenos nadas”, em grande parte recheada de momentos mesquinhos e sem valor sentimental ou intelectual.
Se calhar o Seinfeld foi já um reality show contado no passado, que depois foi contar como seria contar um reality show contado no passado... (nó? Não interessa) Proponho aqui fazer o oposto, contar “o tudo”, aquilo que se passa na nossa cabeça em vez do nada, nem que o resultado seja uma verborreia sem nexo, dando lugar assim à realidade sem moralismos ou interferências déspotas do nosso próprio cérebro.
Não quero com este texto tomar posição por uns e outros ou refutar um tipo de humor e critica social da qual já estou mesmo um pouco cansado, pelo contrário, penso que devemos assumir uma posição positivista e idealista em relação ao blog e a tudo o que nos rodeia e fazer algo de que um dia mais tarde nos recordemos, tal como muitos outros momentos que passamos juntos.
Gostaria que este blog se tornasse num conjunto de experiências totais de conteúdo e não um blog niilista ou de sátira fácil.
Não querendo maçar muito mais deixo assim em aberto esta QUESTÃO, seja ela franciscana ou não, que entendo como fundamental para o inicio de um blog que não se quer classificado nem rotulado.
Concluindo com a ajuda do nosso amigo Foucault: “a liberdade é uma prática”, pratiquemos!
Saudações Joselianas
Finalmente parei numa noite o tempo suficiente para “postar”.
É verdade que alguns problemas de Internet têm impedido a tão esperada e complicada tarefa de escrever o meu primeiro texto aqui no blog, mas o principal motivo para a demora não foi esse, a dificuldade em lidar com alguns assuntos internos de Josés e com o conteúdo do blog pareceram-me os pontos mais dificies de abordar.
No entanto, penso que é o momento de avançar e dar inicio à muito querida e ansiada hostilidade blogueira joseliana.
Na minha opinião o nosso problema inicial(ou será final? Dando total razão ao post do senhor vale) é o tema/objectivo a que este blog se vai permitir conter e divulgar. Foi reflectindo sobre esta minha dúvida que me lembrei do velhinho Seinfeld e do seu “show about nothing”.
Tento assim desmistificar o estigma lançado pelo Senhor Vale em Aveiro, no que diz respeito à relação dos textos e sketchs do RAP+Gatada com as nossas conversas, lançando um repto para que façamos um blog sobre tudo.
Os senhores fedorentos são apenas mais uns humoristas/escritores/opinions makers, como lhes quiserem chamar, que se apoiam inteligentemente nesta nossa sociedade e vida cada vez mais podre e sem ideias, conseguindo dessa forma criticar tudo e todos de uma forma meritória e sem preconceitos.
Já o velhinho Jerry é um pequeno génio, apesar de ter perdido o bom senso. Parece que quer fazer um daqueles programas do grande irmão, desses como já não se vêm desde que a TVI deixou de usar os estúdios da Endemol e passou os reality shows para os Telejornais.
Mas não é por esta noticia que deixou de ser uma referencia para mim na eventualidade, que acabou por surgir, de um dia ter que escrever sobre nada. Acho que o programa dele foi a demonstração total de como a nossa vida é minúscula e “feita de pequenos nadas”, em grande parte recheada de momentos mesquinhos e sem valor sentimental ou intelectual.
Se calhar o Seinfeld foi já um reality show contado no passado, que depois foi contar como seria contar um reality show contado no passado... (nó? Não interessa) Proponho aqui fazer o oposto, contar “o tudo”, aquilo que se passa na nossa cabeça em vez do nada, nem que o resultado seja uma verborreia sem nexo, dando lugar assim à realidade sem moralismos ou interferências déspotas do nosso próprio cérebro.
Não quero com este texto tomar posição por uns e outros ou refutar um tipo de humor e critica social da qual já estou mesmo um pouco cansado, pelo contrário, penso que devemos assumir uma posição positivista e idealista em relação ao blog e a tudo o que nos rodeia e fazer algo de que um dia mais tarde nos recordemos, tal como muitos outros momentos que passamos juntos.
Gostaria que este blog se tornasse num conjunto de experiências totais de conteúdo e não um blog niilista ou de sátira fácil.
Não querendo maçar muito mais deixo assim em aberto esta QUESTÃO, seja ela franciscana ou não, que entendo como fundamental para o inicio de um blog que não se quer classificado nem rotulado.
Concluindo com a ajuda do nosso amigo Foucault: “a liberdade é uma prática”, pratiquemos!
Saudações Joselianas
sábado, 17 de outubro de 2009
Para que é que foi feito este blogue?
Esta é uma das perguntas que se impõe depois de já estarmos fartos de lixo informático que nos invade diariamente o email e páginas que frequentamos.
Será este blogue feito para ser uma porta aberta para quem queira conhecer os josés? Ou por outro lado, feito por nós para que as pessoas que o irão ver comecem a entender a realidade de uma forma joseliana??
Por agora ainda não o sei... mas o que é certo é que seja qual for a discussão que se elabore numa qualquer mesa de esplanada ou chat da moda, ela vai aparecer aqui, não com intuito de ser uma próxima doutrina mas apenas como arquivo das milhentas e mirambolantes ideias que atravessam uma mente joseliana.
Um bem haja e até à próxima
Sr. Do Vale
Esta é uma das perguntas que se impõe depois de já estarmos fartos de lixo informático que nos invade diariamente o email e páginas que frequentamos.
Será este blogue feito para ser uma porta aberta para quem queira conhecer os josés? Ou por outro lado, feito por nós para que as pessoas que o irão ver comecem a entender a realidade de uma forma joseliana??
Por agora ainda não o sei... mas o que é certo é que seja qual for a discussão que se elabore numa qualquer mesa de esplanada ou chat da moda, ela vai aparecer aqui, não com intuito de ser uma próxima doutrina mas apenas como arquivo das milhentas e mirambolantes ideias que atravessam uma mente joseliana.
Um bem haja e até à próxima
Sr. Do Vale
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Muito bom dia,
Ora bem...Mas então isto anda ou não anda?
Eu não ando aqui a enganar ninguém! Ou é ou não é... Agora andar aqui, que nem sei bem como...assim não dá! Não há capacidade possível e imaginária...
Vamos lá ver se coiso, se se encontra um rumo, um fio de condução...porque também depois é chato! É!!
Porque não é só blá, blá, blá e depois nada! Há que parar um segundo, reflectir e então depois tomar a decisão correcta! Não é verdade??
Bem...Vamos lá ver!
Atenciosamente e sem mais assunto,
Jorge Magalhães.
E porque Ser José é ser...
Ora bem...Mas então isto anda ou não anda?
Eu não ando aqui a enganar ninguém! Ou é ou não é... Agora andar aqui, que nem sei bem como...assim não dá! Não há capacidade possível e imaginária...
Vamos lá ver se coiso, se se encontra um rumo, um fio de condução...porque também depois é chato! É!!
Porque não é só blá, blá, blá e depois nada! Há que parar um segundo, reflectir e então depois tomar a decisão correcta! Não é verdade??
Bem...Vamos lá ver!
Atenciosamente e sem mais assunto,
Jorge Magalhães.
E porque Ser José é ser...
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